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CRÍTICASKick-Ass – Quebrando Tudo
Dave é mais um daqueles típicos infelizes adolescentes nerds que ninguém dá a mínima bola. O rapaz se pergunta o porquê ninguém decidiu em ser um herói, e resolve arregaçar as mangas e tentar combater os vilões. Só que Dave não foi picado por uma aranha ou exposto a raios gama, não é um mutante e muito menos é um milionário que teve o coração atingido por estilhaços de bomba; ele tem apenas coragem, o que não necessariamente lhe é suficiente. Para piorar a sua situação, ele não possui a menor desenvoltura para lutas e adquire a sua (horrorosa) fantasia pela internet, e é desse mesmo jeito que ele começa a ficar famoso. Na sua primeira empreitada, Dave apanha e é esfaqueado. Na ambulância, convence os médicos a não contarem para ninguém a sua identidade. Numa outra, novamente em um ataque frustrado, um anônimo filma tudo e o vídeo dessa sua jornada acaba sendo postado no YouTube, tornando o desastrado herói num motivo de piada e admirado por diversas pessoas, inclusive por Damon Macready (Nicolas Cage). Big Daddy é o alterego de Damon e junto com a Hit-Girl, a heroína e sua filha Mindy (Chloe Moretz), combate o crime e pretende vingar a morte de sua mulher que foi assassinada pelo líder de uma organização, Frank D´Amico (Mark Strong). Dave sente que as coisas começam a esquentar, e acaba se juntando a dupla no combate ao crime. No colégio, desperta a atenção de Katie Deauxma (Lyndsy Fonseca) e começa a ser seguido por Chris (Christopher Mintz-Plasse), filho de D´Amico, que se transforma no antagonista Red Mist, como um truque para se aproximar e derrotar o herói. A direção de Matthew Vaughn (Stardust) não economizou em apelar para exagerada quantidade de tiros, pontapés e golpes nessa adaptação do quadrinista Mark Millar. Por mais que a ideia central do filme é satirizar um pouco o gênero, o foco na brutalidade e quantidade excessiva de sangue que é despejada por toda a parte são de deixar perplexos qualquer fã dos diretores Quentin Tarantino e John Woo. Essa intensidade real pode não agradar uma parte do público – principalmente por algumas sequências protagonizadas pela adolescente Hit-Girl – mas é uma produção audaciosa e sua eletrizante trilha sonora aumenta ainda mais o ritmo frenético das cenas. É claro, uma continuação já está agendada para 2012. Nota: ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Veja TambémCríticas Anteriores » COMENTÁRIOSNenhum Comentário ainda, seja o primeiro...
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