A Separação

Poster do filme A Separação
  • Jodaeiye Nader az Simin

  • Gênero: Drama
  • Duração: 123 min.
  • Origem: Irã
  • Estreia: 20/01/2012
  • Estreia em DVD: 14/11/2012
  • Direção: Asghar Farhadi
  • Roteiro: Asghar Farhadi
  • Distribuidora: Imovision
  • Censura: 12 anos
  • Ano: 2011
1 voto
4 votos
0 voto
3 votos

Sinopse

A Separação conta a história da separação de Nader (Peyman Moaadi) e Simin (Leila Hatami), um casal diferente dos que estamos acostumados a imaginar no Irã: Nader um marido compreensivo e não machista, aceita em ceder o divórcio a Simin, que quer deixar o país junto a ele e sua filha porque não quer que a garota cresça no Irã. Porém, seu pai é um idoso que sofre de Alzheimer em estágio avançado, que necessita de seus e por este motivo ele não aceita deixar o país e abandoná-lo. Nader é obrigado a contratar uma diarista - sem o aval de seu marido, e grávida - para tomar conta de seu pai enquanto trabalha. Diante disso uma série de acontecimentos seguidos de problemas caem sob a família.

Elenco

  • Ali-Asghar Shahbazi
  • Babak Karimi
  • Hamid Dadju
  • Kimia Hosseini
  • Leila Hatami
  • Merila Zare´i
  • Mohammad Ebrahimian
  • Mohammadhasan Asghari
  • Peyman Moaadi
  • Sahabanu Zolghadr
  • Sareh Bayat
  • Sarina Farhadi
  • Shahab Hosseini
  • Shirin Azimiyannezhad
  • Shirin Yazdanbakhsh

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Comentários (12)
Wilken Vieira comentou: Filme bem interessante, com uma direção competente e boas atuações e um enrendo bem feito. Mereceu seu Óscar. Nota 8 28 dias atrás | Responder

Ricardo Florentino comentou: Excelente, mostra aspectos interessantíssimos da cultura iraniana, e, melhor, sem ser em nenhum momento caricato ou dualista. O melhor e que o filme nao traz nenhuma resposta, mas sim muitas perguntas. Nota 10 26/12/2012 | Responder

Gisele comentou: Gostei do filme. Os atores iranianos são muito bons ( destaque para o ator que faz o idoso com Alzheimer), mostra diversos aspectos da cultura, religião e sociedade iraniana, envolvendo uma série de questões morais e valores familiares. Na minha modesta opinião ( apesar de o autor ter deixado o final em aberto), acredito que a filha ficou com a mãe, digo isso , porque no desenrolar do filme ela percebeu como seria dura sua vida no Irã, na cena final, ela olhou fixamente pra garotinha, filha da diarista, como se tivesse compaixão por ela, como se visse os olhinhos dela pedindo "socorro". Gostei sim.... Nota 9 08/04/2012 | Responder

Henrique Wagner comentou: Os comentáristas acima não sabem absolutamente nada sobre semiótica, ou seja, a ciência dos signos. Não sabem interpretar uma associação de fatos (imagens). O filme é muito bom. O final é excelente. Agora - e esse comentário só vale para quem saiu da fase de interpretação de texto e entrou na fase de conhecer cinema, de fato - há um problema sério no filme: ele repete a fórmula de todo cinema iraniano. A dificuldade de entendimento, a repetição e o final em aberto. Posso fazer uma lista de filmes iranianos com esse formato, e alguns filmes de um mesmo diretor, a saber, Abbas Kiarostami. Mereceu o Oscar porque o Oscar jamais representou o cinema mundial. Não é uma obra-prima, mas é bom. E os atores são, como sempre acontece no cinema irfaniano, muito bons. Nota 8 28/02/2012 | Responder

Rejane comentou: Gostei do filme, é muito bom e bem elaborado, envolvendo o espectador na trama que retrata a um pouco das questões culturais, religiosas e sociais do Irã. A questão final da escolha da menina de com quem ficar se torna irrelevante diante das outras questões morais e éticas que costuram a trama. Nota 10 21/02/2012 | Responder

Francisco comentou: Mais uma vez, a submissão da mulher muçulmana diante da religião e/ou machismo. O sentimento de culpa perante situações naturais da mulher colocam umas contra as outras para defesa de um homem. Polêmico, reflexivo, revoltante, merecedor das premiações. Nota 10 18/02/2012 | Responder

rose comentou: Achei a trama bem envolvente mas fiquei sem saber o que o autor do filme quis dizer no final, ou seja, não ficou claro para mim com quem a filha ficou e se o fato da mulher que perdeu o filho foi realmente atropelada. Será que alguém poderia esclarecer??? Nota 8 11/02/2012 | Responder

Lidia comentou: Um bom filme,só isso.
Muita injustiça ter sido indicado para o Oscar de melhor filme estrangeiro, quando a obra-prima de Pedro Almodovar, A pele que habito, está fora da premiação. Mas, dá para entender bomo gosto não é mesmo da alçada de Hollywood.
Nota 7 26/01/2012 | Responder

joel comentou: a trama é perfeita. vão acontecendo novidades durante a historia que te deixam tenso.o final é diferente e bem elaborado e o diretor deixa a criterio de cada espectador a decisão.elenco afinado, digno filme de Estação. Nota 10 24/01/2012 | Responder

Camilo comentou: O final é esquisito pois deixa ítens indefinidos, não se sabe se proposital... Nota 7 23/01/2012 | Responder

dan comentou: por ser considerado por muitos o melhor filme estrangeiro de 2011, podia ser melhor, principalmente seu final Nota 8 22/01/2012 | Responder

Criska comentou: Achei o filme uma decepção, não sei como ganhou tantos prêmios. Com tantos broblemas a serem resolvidos, no final não se chega a solução nenhuma, nem mesmo mostra com quem a filha vai ficar depois da separação dos pais. Perda de tempo.. Nota 10 31/12/2011 | Responder

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