O FILME
A Suprema Felicidade
Titulo Original: A Suprema Felicidade
Gênero: Drama
Duração: 125 min.
Origem: Brasil
Estreia: 29 de Outubro de 2010
Direção: Arnaldo Jabor
Roteiro: Arnaldo Jabor
Distribuidora: Paramount Pictures
Censura: 16 anos
Ano: 2010
SINOPSE
Rio de Janeiro, 1945. Em uma rua bucólica, Paulo, de 8 anos, assiste à festiva comemoração do fim da guerra ao lado dos pais, Marco, aviador da FAB, e da mãe Sofia, sorriso largo, sedutora, cheia de vitalidade, cabeça feita pelos filmes de Hollywood, foi num baile cinematográfico que o casal se conheceu e acreditou que viveria feliz para sempre.
A rua de Paulo vibra com personagens típicos desse anos cinquenta, como o pipoqueiro Bené, sempre narrando façanhas sexuais, uma turma de vizinhos briguentos, e um triste vendedor de garrafas. Paulinho tem um amigo inseparável, Cabeção. com quem compartilha a rua e o colégio jesuíta, onde padres com sermões virulentos ameaçam com o inferno qualquer pensamento de cunho sexual.
Na juventude, Paulo vive situações fortemente contrastadas. Em casa, o pai apaixonado por aviões, não consegue realizar o sonho de pilotar um jato. Deprime-se e reprime as tímidas aspirações da mãe de alçar algum vôo profissional. A relação entre Paulo e o pai é distante, mas compensada pela cumplicidade com Noel, o avô paterno, um funcionário público boêmio, tocador de trombone de vara na Lapa, filósofo do cotidiano e iniciador de Paulo e Cabeção na vida noturna. A avó de Paulo, uma polaca ex-dançarina da Lapa, também é um sopro libertário no clima doméstico cada vez mais opressivo.
Logo chega o tempo do primeiro porre, da primeira festa, do primeiro amor - Deise - uma jovem misteriosa com ar existencialista, tão original quanto delirante. O primeiro amor não dá certo, mas graças ao avô, o rapaz e Cabeção fazem novas incursões na animada noite carioca. O rol de experiências amplia-se com idas ao Mangue, área de prostituição onde Paulo assiste a uma impressionante "convenção de prostitutas". Inquieto, inseguro, intenso, o rapaz questiona tudo - da existência de Deus a tabus sexuais. Nos momentos de crise, pode contar com o avô que acena com possibilidades de entendimento da felicidade - quem sabe um dia.
Uma ida ao cabaré Eldorado será um divisor de águas nesta vida em formação. Entre os clientes, Paulo vê o pai, seu antigo herói da aviação degradado, solitário. E compartilha com o pai o fascínio por Marilyn, dançarina de 16 anos, sensual e provocante como a atriz de Hollywood, obrigada pela mãe a se despir para os clientes.
De repente, para Paulo, tudo parece acontecer ao mesmo tempo: uma surpreendente história de amor com Marilyn, a deterioração mental da mãe, uma repentina aproximação com o pai, o envelhecimento do avô.
Um dia deverá ser bom olhar para trás e lembrar. E perceber que, apesar de tudo, naquela época, naquela casa, naquelas ruas, conheceu personagens incríveis e viveu momentos de suprema felicidade numa cidade, em tantos sentidos, maravilhosa.
CURIOSIDADES
- Primeiro filme dirigido por Arnaldo Jabor desde Eu Sei Que Vou Te Amar, de 1986.
ELENCO
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Marco Nanini
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Dan Stulbach
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Mariana Lima
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Maria Flor
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João Miguel
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Jayme Matarazzo
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Elke Maravilha
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Maria Luisa Mendonça
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Tammy Di Calafiori
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Michel Joelsas
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César Cardadeiro
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Caio Manhente
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Ary Fontoura
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Jorge Loredo
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Raphael Molina
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Camilla Amado
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Emiliano Queiroz.
COMENTÁRIOS
Almir Cezar Gosse comentou em 18/02/2012:
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Nota:
10
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Adorei, Arnaldo Jabor vc arrasou. Parecia um teatro. Excelente, é de
filmes assim que eu gosto!!!!
Os atores estão ótimos, a trilha sonora perfeita, tudo mito bom, nota
10.
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Laertes comentou em 10/02/2012:
|
Nota:
10
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Sou fã de Jabor, assim como sou fã de Paulo Francis e também de
Machado de Assis. Uma pena o brasileiro não saber apreciar o que de
melhor se produz no país.
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Rodrigo de Campos Suardi comentou em 08/12/2011:
|
Nota:
8
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Muito bom filme, mas não é para o público geral.
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PATRICIA comentou em 19/11/2011:
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Nota:
1
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Péssimo!!! de bom só tem o título, que não tem nada a ver com a
história!!!
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Lucineide Leal comentou em 03/07/2011:
|
Nota:
10
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Este filme realmente não é para qualquer um, para entender e captar a
sua mensagem tem que ter muita sensibilidade para ler as entrelinhas
com seus diálogos ricos e trilha sonora atemporal. Minha nota é 10!
Gostei muito.
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Suzi comentou em 22/04/2011:
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Nota:
7
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Minha nota é 7... 7 para o Jayme Matarazzo, que é o único normal do
filme. Parece que o filme se passa num manicômio.
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Marcelo comentou em 01/04/2011:
|
Nota:
1
|
Minha nota é zero. O cinema nacional tem feito produções maravilhosas,
com roteiros incríveis e é por filmes como este do Jabor que a gente
vê porque a geração antiga do cinema brasileiro nunca decolou. Não
vale nem os peitinhos da Maria flôr. Não perca s
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Andre Hassessian comentou em 09/03/2011:
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Nota:
2
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Não sei a assisti um filme ou comentário do Jabor na TV. É criado uma
fantasia em cima de absoluta falta de assunto.
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Rejane Camargo comentou em 08/03/2011:
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Nota:
9
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A pessoa para gostar do filme precisa saber ler nas entrelinhas, ter
sensibilidade e enxerar q a suprema felicidade é ter uma vida para
viver e ainda por cima ter o tempo pra poder recordar e se dar conta
disso!!!
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ana comentou em 08/03/2011:
|
Nota:
1
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horrível. não consegui ver todo
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RUIVERLANO comentou em 04/03/2011:
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Nota:
4
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Mais uma vez, Jabor, mostra que nao consegue emplacar como diretor de
cinema, em mais um filme chato, insosso, e que nao contagia ninguem!
Ainda bem, que a EMBRAFILME acabou Jabor, a aventura de bancar cinema
agora eh sua, e de quem quiser correr o risco.
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Dado Carvalho comentou em 01/03/2011:
|
Nota:
7
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Concordo com a Márcia quando ela diz que o filme sensibiliza mais as
pessoas com mais de 50 anos (tenho 64), que viveram o clima daquela
época. Embora tenha achado o filme sensível (me lembrou AMARCORD, de
Fellini), concordo que não há amarração na histór
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Darlene Saldanha comentou em 21/11/2010:
|
Nota:
6
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O filme foi médio,o final...melhor nem comentar.Saimos do cinema
assim:???
O que seria a suprema felicidade?
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Diego comentou em 16/11/2010:
|
Nota:
4
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Digamos que o filme é médio. Faltou alguma linha que costurasse o
filme todo. O filme tem bons momentos mas é médio no final. É um filme
sensível, isso é verdade, mas cria-se uma ansiedade, que não é
"matada" digamos assim quando o filme termina.
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Marcia comentou em 13/11/2010:
|
Nota:
8
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Esse éum filme para ser visto por pessoas com mais de cinquenta anos
que terao momentos de nostalgia com músicas,figurinos,comportamentos
de uma época que vivemos e recordamos.A atuação da maioria do elenco é
impagável.Destaques:Marco Nanini e Ari.
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Michael Henry Badell Levy comentou em 12/11/2010:
|
Nota:
10
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Excelente file, diferente, artistico, algo assim inspirado por Fellini
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Daniel comentou em 12/11/2010:
|
Nota:
1
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Muitos que deram 10 como nota ou foram figurantes, ou são parentes de
figurantes pedindo emprego e há até pessoas que não viram o filme e
dão 10. Os que assistiram viram que realmente foi um dinheiro que
poderia ser gasto com cachaça...
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Tom comentou em 11/11/2010:
|
Nota:
1
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Alguem diz: ..em cinema toda historia e boa sempre e quando seja bem
contada. Jabor apostou nos atores, que sao falsos bons atores,
interpretam o texto teatralmente sem passar a emocao da idea, fica so
na intencao, e isso e fatal para um filme.
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flavio nogueira venosa comentou em 11/11/2010:
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Nota:
4
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A expectativa com Jabor é sempre alta. Todo o contexto é rico mas a
narração e textos dessa vez rolou direito ... talvez muita ansiedade
acumulada para 2 horas de filme. Mesmo assim valeu .
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paula comentou em 10/11/2010:
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Nota:
1
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nota zero! O filme é simplesmente horrível, entediante e sem nexo.
Decepcionante!
uma porcaria !!!
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Mari comentou em 10/11/2010:
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Nota:
2
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Sinceramente não gostei do filme. Ainda estou em dúida do que é a
"suprema felicidade"
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Regina A. Debonis comentou em 10/11/2010:
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Nota:
3
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Achei o filme ruim, muito ruim, e arrastado. Senti vontade de sair já
na primeira hora (pois sou insistente, sempre acho que vai melhorar)
Sem história, sem amarravação, aquelas putas p lá e p cá mas sem
função, olha, que filme boring
Atores ótimos
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Thiago comentou em 10/11/2010:
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Nota:
6
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Belas cenas com brilhantes atuações mas que juntas não formam um bom
filme. Parafraseando o filme nada é apenas bom infelizmente a falta de
roteiro pesou.
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priscila comentou em 09/11/2010:
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Nota:
8
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Aposto que os "críticos" ferrenhos ao filme adoraram "Lula: o filho do
Brasil".kkkkk. Me parece que "gostar"de ambos os filmes é
incompatível. Mediocres!
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Ana comentou em 09/11/2010:
|
Nota:
1
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Se houvesse a possibilidade, daria nota zero! O filme é simplesmente
horrível, entediante e sem nexo. Decepcionante!
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